Atendo pessoas com dor há 16 anos — e todas tinham isso em comum
Depois de tantos anos atendendo pessoas com dor na coluna e no quadril, eu posso afirmar uma coisa com segurança: a maioria não chegou até mim por causa de um “problema grave”, mas porque o corpo foi dando sinais… e esses sinais foram ignorados. Dorzinha que vai e volta, rigidez ao acordar, incômodo ao sentar muito tempo, medo de se movimentar. Com o tempo, isso vira dor constante.
E sabe o que todas essas pessoas tinham em comum?
Não era a idade.
Não era o tipo de trabalho.
Não era o diagnóstico.
Era o modo como o corpo estava funcionando no dia a dia.
A maioria vivia em um padrão parecido: pouco movimento de qualidade, postura ruim por horas, estresse alto e músculos que já não conseguiam mais proteger a coluna como deveriam. O corpo entra em modo de defesa. Fica tenso. Rígido. Com medo de se mover. E a dor vira parte da rotina.
Muita gente chega achando que a causa da dor é só um exame: hérnia, artrose, desvio, desgaste. Mas, na prática clínica, o que eu vejo é que o exame mostra uma parte da história — não a história toda. O que realmente mantém a dor é:
✔ fraqueza do abdômen e do quadril
✔ falta de estabilidade da coluna
✔ movimentos mal feitos no dia a dia
✔ excesso de tensão muscular
✔ respiração curta e corpo sempre em alerta
✔ medo de se mexer por causa da dor
Outro ponto em comum: quase todos já tentaram resolver só com remédio, alongamento ou repouso. E até melhora… por um tempo. Mas depois a dor volta. Porque o problema não era só músculo encurtado. Era um corpo que não estava mais confiando no próprio movimento.
E é exatamente aí que entra meu trabalho como fisioterapeuta especialista em coluna e quadril, usando o Pilates terapêutico como ferramenta. Eu não passo exercício por passar. Eu avalio:
– como a pessoa senta
– como levanta
– como anda
– como respira
– onde está rígida demais
– onde está fraca demais
A partir disso, eu monto um protocolo específico para aquela pessoa. O objetivo não é só aliviar a dor, mas:
✔ devolver estabilidade
✔ melhorar a mobilidade
✔ corrigir padrões errados
✔ reduzir a sobrecarga na coluna
✔ fazer o corpo voltar a se mover sem medo
Muitos alunos chegam dizendo:
“Dra, eu tenho medo de me mexer.”
“Minha coluna trava toda hora.”
“Já tentei de tudo.”
E depois de algumas semanas, o discurso muda:
“Agora eu me movimento melhor.”
“Não acordo mais tão travado.”
“Consigo fazer minhas coisas sem pensar na dor o tempo todo.”
Isso acontece porque o corpo aprende de novo a trabalhar a favor da coluna, e não contra ela.
Outro ponto importante que todos tinham em comum: o estresse. Dor e estresse andam juntos. Quando você vive tenso, seu corpo fica em alerta, os músculos contraem, a respiração encurta e a dor aparece com mais facilidade. No Pilates, além de fortalecer, a gente ensina o corpo a sair desse modo de defesa.
Ou seja, não é só sobre músculo.
É sobre como o corpo inteiro funciona.
Se você:
❌ sente dor na lombar ou no quadril
❌ acorda travado(a)
❌ tem medo de se mexer
❌ já tentou alongar, tomar remédio, descansar… e a dor sempre volta
❌ sente que sua postura está piorando
❌ acha que isso é “normal da idade”
eu preciso te dizer uma coisa com sinceridade profissional:
👉 isso é comum, mas não é normal.
E na maioria dos casos, tem solução.
O que essas pessoas tinham em comum não era a dor.
Era a falta de um método certo para tratar o corpo como um todo.
E é isso que eu faço há 16 anos:
não trato só a coluna,
não trato só o sintoma,
eu trato o movimento, a postura, a estabilidade e a confiança do corpo.
📲 Se você se identificou com esse texto, me chama no WhatsApp.
Eu vou te explicar como funciona meu trabalho com Pilates focado em coluna e quadril e como você pode agendar uma aula experimental para começar a sair desse ciclo de dor com segurança.
Seu corpo não nasceu para viver travado.
Ele só precisa aprender a se mover do jeito certo de novo.
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