Por que os Fisioterapeutas precisam conhecer e praticar o Pilates Clínico?
O Pilates se tornou um método altamente conhecido e difundido no mundo inteiro. Não há dúvidas que ele é fantástico, criado por uma pessoa genial. Ele foi incorporado dentro da fisioterapia, porém, poucos fisioterapeutas incorporaram a fisioterapia dentro do método.
Com o boom do Pilates e a abertura de um estúdio em cada esquina, os conhecimentos de reabilitação foram se perdendo dentro do conceito de usar a cinesioterapia, que foi embutida empiricamente por Joseph Pilates no método criado por ele.
Muitos fisioterapeutas perderam o hábito de olhar para as disfunções e analisar cada paciente como um conjunto único.
E por serem únicos, os indivíduos não devem ser moldados para o método Pilates, mas os exercícios de Pilates devem ser cuidadosamente escolhidos para cada pessoa após uma avaliação criteriosa de sua postura, limitações, fraquezas e disfunções, sem esquecer, claro, da mecânica causal das dores que acompanham este indivíduo.
É pensando em resgatar os conhecimentos de cinesioterapia na prática que surgiu o Pilates Clínico, que traz na sua essência os saberes da fisioterapia e o olhar clínico do fisioterapeuta, que o diferencia de todos os outros profissionais que ensinam o método no Brasil e no mundo.
Somos muito mais do que instrutores de Pilates. Somos fisioterapeutas que levam dentro de nossa caixa de ferramentas o Pilates como método de reabilitação.
É assim que penso que os fisioterapeutas deveriam enxergar o método Pilates e usá-lo de forma criteriosa, não apenas com receitas de bolo e exercícios mirabolantes com poses lindas para as redes sociais. Pense nisso!
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